Raios microondas conseguem parar automóveis durante perseguição

6 12 2007

Uma empresa norte-americana chamada Eureka Aerospace está desenvolvendo uma espécie de arma que promete facilitar a vida de policiais que perseguem os mais apressados. Trata-se de um canhão que libera raios microondas, capazes de desativar (leia-se fritar) o sistema elétrico dos automóveis e até mesmo celulares.

O protótipo do equipamento ainda não é dos mais práticos. Tem 1,5 m de comprimento, 3 de largura e pesa 90 kg. No entanto, o raio emitido por ele ? que não traz efeitos colaterais aos passageiros – fabrica uma pane no carro em apenas 50 nanosegundos. Para atingir o sistema elétrico do veículo, o perseguidor precisa apontar a arma para elementos da carroceria como as luzes (buscando os filamentos das lâmpadas elétricas) ou a antena do rádio, uma vez que as pinturas anti-corrosão e os painéis de plástico impedem que as microondas atinjam seu alvo.




O dispositivo atual alcança uma distância de apenas 15 metros, mas seus criadores planejam o desenvolvimento de um modelo menor, com o tamanho de uma TV de plasma, e com alcance superior a 180 m.

Fonte: Techguru





Toyota cria simulador automobilístico com maior número de recursos

27 11 2007

Com a ambição de criar carros cada vez mais seguros e eficientes, as montadoras não economizam dinheiro na hora de criar testes e mais testes para seus veículos. E a Toytota ganha uma considerável vantagem nesse campo, com a construção de um simulador com altura de 4,5 m e que, segundo sua idealizadora, “é a primeira a movimentar-se também lateralmente, trazendo ainda uma categoria de visão de 35 m frontais e 20 m da direita para esquerda”.

Segundo a empresa japonesa, o equipamento analisará características de condução sob as mais diversas situações, incluindo aí estados de sonolência e embriaguez. Com os dados obtidos a partir destas simulações, a companhia decidirá que recursos implantará em seus automóveis. De acordo com o site Tech.co.uk, o aparelho conseguirá recriar provas de condução que seriam muito perigosas se levadas a cabo no mundo real e que precisariam de condições específicas de direção”.

Fonte: Techguru